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ALERTA17 de out de 2026

Operação Falso Pix: homem preso após enganar comerciante com comprovantes falsos no WhatsApp

Em João Pessoa, a Polícia Civil prendeu um homem que obteve dois celulares de um comerciante enviando comprovantes falsos de Pix pelo WhatsApp. O golpe foi descoberto na tentativa de comprar um terceiro aparelho.

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Um comerciante de João Pessoa (PB) vendeu dois celulares para um cliente que pagou com comprovantes de Pix enviados pelo WhatsApp. O problema: os comprovantes eram falsos. A fraude só foi descoberta quando o mesmo suspeito tentou comprar um terceiro aparelho na mesma loja. A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações da Capital (DDF-JP), monitorou a entrega do terceiro celular — feita por aplicativo — e prendeu o suspeito em flagrante no bairro Ernesto Geisel, em 16 de outubro de 2026. A ação fez parte da Operação Falso Pix. O homem, de São Paulo, já respondia por outros crimes nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Esse golpe é mais comum do que parece: o criminoso envia uma imagem editada de comprovante de Pix pelo WhatsApp, o vendedor confia e entrega o produto — mas o dinheiro nunca chegou à conta. ## Como se proteger - **Nunca libere produto ou serviço com base em comprovante enviado pelo WhatsApp ou por print de tela.** Comprovantes podem ser facilmente editados. - **Sempre verifique o recebimento diretamente no aplicativo do banco** ou no extrato da conta antes de concluir a venda. - **Aguarde a confirmação real do Pix** — o dinheiro cai na conta em segundos. Se não aparecer no extrato, não entregue. - Desconfie de clientes que demonstram pressa ou que pedem para confirmar pelo comprovante deles, e não pelo seu extrato. - Para vendas de alto valor, considere exigir pagamento presencial ou aguardar a confirmação bancária antes de liberar o produto. ## O que fazer se você já caiu no golpe 1. **Registre um boletim de ocorrência** na Polícia Civil imediatamente, com todos os dados do suspeito que você tiver (nome, telefone, endereço de entrega). 2. **Guarde todas as provas**: prints das conversas no WhatsApp, imagem do comprovante falso recebido, dados do pedido de entrega. 3. **Informe a plataforma de entrega** usada pelo golpista — ela pode ter dados cadastrais do suspeito. 4. **Procure a delegacia especializada em crimes digitais** da sua cidade para registrar o caso. 5. Se o produto foi entregue por aplicativo, o endereço de entrega pode ajudar a identificar o golpista.

Fonte/referência: https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2026/10/17/homem-e-preso-suspeito-de-aplicar-golpe-do-falso-pix-contra-comerciante-em-joao-pessoa.ghtml

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